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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Ar seco maltrata SP e prefeitura orienta sobre cuidados

Durante os meses de inverno, as baixas temperaturas com resfriamento do ar e a baixa umidade criam condições para surgimento ou agravamento de doenças, particularmente relacionadas aos aparelhos respiratório e ocular. Também no período de inverno, as piores condições de dispersão, levam ao aumento dos níveis de poluentes como material particulado e dióxido de enxofre. Estes poluentes aumentam a ocorrência de doenças respiratórias, entre outros efeitos, podendo ter ação interligada com a baixa umidade do ar.

O impacto da baixa umidade relativa do ar na saúde, embora seja difícil de separar dos efeitos da poluição do ar e da temperatura, dada a interrelação que ocorre entre estas variáveis, depende de características individuais como a idade, a existência de patologias prévias e das condições de moradia, trabalho e tempo de exposição. As crianças e idosos são mais susceptíveis aos efeitos da baixa umidade. Mesmo entre os adultos, as pessoas com asma ou com outras doenças respiratórias podem apresentar desencadeamento de crises ou o agravamento da enfermidade.

A prefeitura de Sâo Paulo, por meio do Programa VIGIAR, desenvolvido pela Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental (GVISAM), da Coordenação de Vigilância em Saúde - COVISA/SMS, estabelece ações de prevenção sobre os efeitos na saúde da poluição do ar e do clima. Entre elas, está a orientação sobre os efeitos e cuidados em períodos de baixa umidade do ar, conforme folder abaixo. (clique na imagem para ampliar.) Informe-se e previna-se!



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